domingo, 31 de maio de 2015

8° e 9º anos- análise de frase

Meus queridos do 8º e 9º anos, reflitam sobre as frases abaixo e em seguida faça um comentário.



                                                                                    Beijos!!!

sábado, 30 de maio de 2015

Mercantilismo - 7 ano

Mercantilismo


Podemos definir o mercantilismo como sendo a política econômica adotada na Europa durante o Antigo Regime. Como já dissemos, o governo  absolutista interferia muito na economia dos países. O objetivo principal destes governos era alcançar o máximo possível de desenvolvimento econômico, através do acúmulo de riquezas. Quanto maior a quantidade de riquezas dentro de um reino, maior seria seu prestígio, poder e respeito internacional.


Podemos citar como principais características do sistema econômico mercantilista:


Metalismo: o ouro e a prata eram metais que deixavam uma nação muito rica e poderosa, portanto os governantes faziam de tudo para acumular estes metais. Além do comércio externo, que trazia moedas para a economia interna do país, a exploração de territórios conquistados era incentivada neste período. Foi dentro deste contexto histórico, que a  Espanha explorou toneladas de ouro das sociedades  indígenas da América como, por exemplo, os maias, incas e astecas.


Industrialização: o governo estimulava o desenvolvimento de indústrias em seus territórios. Como o produto industrializado era mais caro do que matérias-primas ou gêneros agrícolas, exportar manufaturados era certeza de bons lucros.


Protecionismo Alfandegário: os reis criavam impostos e taxas para evitar ao máximo a entrada de produtos vindos do exterior. Era uma forma de estimular a indústria nacional e também evitar a saída de moedas para outros países.


Pacto Colonial: as colônias européias deveriam fazer comércio apenas com suas metrópoles. Era uma garantia de vender caro e comprar barato, obtendo ainda produtos não encontrados na Europa. Dentro deste contexto histórico ocorreu o ciclo econômico do açúcar no  Brasil Colonial.


Balança Comercial Favorável: o esforço era para exportar mais do que importar, desta forma entraria mais moedas do que sairia, deixando o país em boa situação financeira.

Fonte:

http://www.suapesquisa.com/mercantilismo/

FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS MODERNOS-7 ano

. FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS MODERNOS


A partir do século XII, a Europa Medieval passou por grandes mudanças. Nesse período surgiram os primeiros Estados Nacionais, o renascimento das cidades e do comércio. devido às revoltas camponesas e às dividas contraídas durante as cruzadas o poder dos nobres enfraqueceu e surge a Burguesia, um grupo formado por comerciantes ricos.
Os Estados Nacionais

A partir da unificação dos feudos surge os Estados Nacionais. Nos Estados Nacionais o poder centralizava-se nas mãos do rei (executivo, legislativo, judiciário), a nobreza feudal passa a ser submissa ao Rei e se torna nobreza provincial. A burguesia viu no Estado Nacional o caminho certo para um futuro lucrativo, por isso, uniu-se ao Rei na construção desse estado. A partir do momento que o Rei vai concentrando o poder em suas mãos unificam-se pesos e medidas, cria-se uma moeda nacional e um exercito também nacional.

Revolta da Chibata-9 ano

REVOLTA DA CHIBATA
Almirante Negro
Negro
A revolta da chibata
Pôs um ponto final no convés
É o revés de uma história
Que venceu os coronéis
João Candido Felisberto
O almirante negro
Enfrentou os marechais
Conquistou em sua armada
O comando do “Minas Gerais”
Os marujos conspirados
Revoltados pelos castigos aplicados
Acenderam o estopim pra este motim
Não queriam mais ser tratados como escravos
O clarim pediu combate
No silêncio pôs um fim
E a Guanabara enquadrada
Rendeu-se a sua esquadra
Mas depois de tudo resolvido
Este pobre marinheiro negro
Foi detido com os demais companheiros
Sendo banido da marinha
Viveu o seu conflito pessoal
Mas como tal...
Jamais será esquecido
“Almirante Negro”
O herói nacional.
A Revolta da Chibata não pode ser esquecida, a lembrança de João Cândido, o “Almirante Negro” deve perpetuar por toda história. Esse marinheiro gaúcho, nascido em 24 de janeiro de 1880, demonstrou mais uma vez a coragem herdada dos seus descendentes negros. Morreu aos 89 anos mas, deixou um legado de luta como exemplo para todos os negros e afros-descendentes do Brasil. Eis mais um testemunho de sangue derramado, por um ideal de transformação. Continuemos na luta!


Cesar Moura

Motivações


üCastigos físicos
üA má alimentação
üMiseráveis salários

Líder

João Cândido-Almirante Negro

Desdobramentos

üTomada do  comando do encouraçado de Minas Gerais

üControle dos navios São Paulo, Bahia e Deodoro

üCanhões são direcionados a cidade de Rio de janeiro

üComunicado enviado ao presidente da República

üO governo responde comunicando que atenderia todas as exigências feitas pelos marujos

üAprovação de um projeto que  acabava com as chibatadas e anistia aos revoltosos

O Governo cumpriu a anistia aos marinheiros?

üO governo não cumpre as promessa!

üDecreta a expulsão de vários marinheiros

üPrisão de alguns líderes


quarta-feira, 20 de maio de 2015

9º ano

 Revoltas Sociais - República Velha -
Atenção: Aqui estão apenas algumas das revoltas, nas próximas aulas repasso as outras.





























Antecedentes:
       •Mudança do Regime de Governo
      •Permanência das condições sociais miseráveisTerra nas mãos de poucos
      • Desemprego
      •Coronelismo
      •Má distribuição dos recursos do PaísSeca
Revoltas:
Canudos  (BA 1893 – 1897)

--Líder: Antônio Conselheiro

--Causas: miséria crônica da população nordestina, má distribuição de terras, descaso com o trabalhador rural, seca, aumento de impostos, separação entre religião e Estado decorrente da proclamação da República

--Reação ao Movimento: Experiência comunitária autônoma, provoca a reação dos coronéis e de líderes religiosos, que exigiram a intervenção do Governo Federal e a destruição de "Canudos”.

---Após 4 expedições militares, Canudos é massacrada

CANUDOS acreditava que a República era o grande mal e o sinal apocalíptico do final dos tempos, pois entendia que ela era a responsável pelo acirramento da política dos coronéis e pelo crescimento da pobreza e da exploração dos camponeses nordestinos. Acusados de fanáticos e monarquistas, foram atacados pelas forças do governo. A frágil base política em que se assentava o governo republicano foi incapaz de reconhecer a questão social e cultural suscitada por Canudos. 

Revolta do Contestado (1912-1916) 

--Ocorreu na fronteira entre Paraná e Santa Catarina.

--Causas:  Revolta contra a miséria e a exclusão social.

O que foi...

Revolta ocorrida numa região disputada pelos Estados do Paraná e de Santa Catarina, em que muitas famílias de posseiros lutaram para não perder suas terras e para não serem expulsas da região. Movimento que combinava conteúdos religioso e social, pois questionavam o poder das autoridades civis e religiosas. Para a imprensa e as autoridades militares, era uma reedição do fanatismo de Canudos. 

--Características: forte religiosidade popularLuta contra a miséria socialLuta contra injusta distribuição fundiária; Forte influencia de liderança de figuras místicas.

Revolta da Vacina (1904)

--Projeto de modernização do RJ (Presidente Rodrigues Alves).

--Destruição de cortiços e favelas, ampliação das avenidas, construção de novos prédios inspirando-se em Paris.

--Expulsão de comunidades pobres das regiões centrais, inflação, alta do custo de vida

--Vacinação obrigatória contra a varíola (Oswaldo Cruz) desencadeia conflito.

--Durante o conflito, um grupo de partidários radicais do Mal. Floriano Peixoto, denominados “jacobinos florianistas” tenta tomar o poder, não obtendo resultados satisfatórios.

Cangaço (1890 – 1940)

--Bandos armados que percorriam o interior nordestino sobrevivendo de delitos.

--Principais bandos: Lampião e Curisco.

--Causas: miséria crônica da população nordestina, seca, má distribuição de terras, descaso do Estado e dos coronéis para com os mais pobres, violência.

--Mito do “Robin Hood”.

--Os cangaceiros foram perseguidos pela polícia volante e exterminados um a um. Eram os únicos que despertavam medo nos coronéis, justamente por não terem perspectiva de melhorar sua condição e portanto não precisar temer o desrespeito das leis vigentes.

A partir dos temas abordados em sala e citados acima responda.

1. (Cesgranrio) O governo Rodrigues Alves (1902-1906) foi responsável pelos processos de modernização e urbanização da Capital Federal - Rio de Janeiro. Coube ao prefeito Pereira Passos a urbanização da cidade e ao Dr. Oswaldo Cruz o saneamento, visando a combater principalmente a febre amarela, a peste bubônica e a varíola. Essa política de urbanização e saneamento público, apesar de necessária e modernizante, encontrou forte oposição junto à população pobre da cidade e à opinião pública porque: 
a) mudava o perfil da cidade e acabava com os altos índices de mortalidade infantil entre a população pobre. 
b) transformava o centro da cidade em área exclusivamente comercial e financeira e acabava com os infectos quiosques. 
c) desabrigava milhares de famílias, em virtude da desapropriação de suas residências, e obrigava a vacinação anti-variólica. 
d) provocava o surgimento de novos bairros que receberiam, desde o início, energia elétrica e saneamento básico. 
e) implantava uma política habitacional e de saúde para as novas áreas de expansão urbana, em harmonia com o programa de ampliação dos transportes coletivos. 

2.Foram importantes movimentos populares no campo contra a concentração fundiária, a miséria e os desmandos das oligarquias e caracterizados como messiânicos devido a liderança de beatos. O texto refere-se à(ao): 
a) Revolta de Juazeiro e Cangaço; 
b) Cangaço e Revolta da Chibata; 
c) Guerra de Canudos e Guerra do Contestado; 
d) Guerra do Contestado e Revolta de Juazeiro; 
e) Balaiada e Cabanagem. 

3.Dentre os movimentos populares que surgiram durante a República Velha, alguns tiveram caráter religioso, destacando-se o messianismo. Qual das alternativas abaixo apresenta corretamente movimentos deste tipo?
  1. Revolta do Contestado e Revolta da Vacina.
  2. Revolta do Contestado e Revolta da Chibata.
  3. Guerra de Canudos e Revolta da Chibata.
  4. Guerra de Canudos e Revolta do Contestado  
  5. Revolta da Vacina e Revolta da Chibata.
4.(Mackenzie) A mesma realidade que produziu Canudos gerou também o Cangaço, na medida em que: 
a) o catolicismo rústico não fazia parte do cotidiano destes movimentos sociais. 
b) ambos foram uma forma de denúncia contra a seca, miséria e arbitrariedade dos coronéis. 
c) a solução dada pelo governo, tanto em Canudos como no Cangaço, foi integrar pacificamente o sertanejo à civilização. 
d) o banditismo social era fortemente repudiado pela população local camponesa, que apoiava ações violentas do Estado. 
e) os dois episódios foram organizados por líderes monarquistas que pretendiam derrubar a república. 

5.Analise as informações apresentadas no quadro abaixo.
1) Guerra de Canudosa) .Conflito relacionado à ocupação de terras na fronteira entre Paraná e Santa Catarina, cujo líder era o monge José Maria
2) Revolta da Vacinab) .Conflito entre as forças do exército e os habitantes do arraial de Belo Monte, no interior da Bahia. Teve como líder Antônio Conselheiro
3) Revolta do Contestadoc) .Reação contra a política sanitária de Oswaldo Cruz, imposta de maneira autoritária à população da capital federal.


De acordo com seus conhecimentos sobre as revoltas populares durante a República Oligárquica, indique a alternativa que associa corretamente a coluna da direita com a da esquerda.
  1. 1-b; 2-c; 3-a. 
  2. 1-c; 2-d; 3-b.
  3. 1-d; 2-c; 3-a.
  4. 1-c; 2-a; 3-b.
  5. 1-b; 2-d; 3-c.

domingo, 17 de maio de 2015

Ser professor de História
 
       Ser professor de História não trata-se apenas de repassar um conteúdo velho e chato, daquele que não desperta motivação em quem passa e tão pouco em quem o recebe. Ser professor de História é ir além, é ser um ser pesquisador, curioso, critico que busca relacionar passado-presente. É ser possuidor de uma capacidade única, a de contribuir para a transformação de cidadãos comuns em cidadãos críticos. Que pensam, criticam, reconhece a sua própria história, formam sua própria opinião, discutem o saber e não se permitem ser pensados ou dirigidos por ninguém. É despertar o aluno do sono ao qual foi embalo por anos nas aulas de História.

       Mas, para que isso aconteça de fato em nossas salas de aula se faz necessária coragem por parte de nós educadores de ir além, de não se conformar em apenas repassar os conteúdos determinados para ano letivo de forma meramente superficial e sim promover uma análise crítica sobre eles, levar o aluno a mergulhar no inesgotável mar da HISTÓRIA!
                                                                                                                                 
                                                                                                            Claudinéa Duarte